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	<title>Arquivo de urgente - MCTM</title>
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	<description>Movimento Cultural da Terra de Miranda - Juntos somos mais fortes!</description>
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	<title>Arquivo de urgente - MCTM</title>
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		<title>Também a Justiça Europeia confirma o que este Movimento sempre disse acerca do negócio das barragens</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:20:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um novo acontecimento desta semana tornou mais próxima a cobrança dos impostos<br>devidos pelo negócio das barragens.<br>O entendimento, agora tornado público no Tribunal de Justiça da União Europeia<br>(TJUE), confirma, de forma inequívoca, aquilo que, desde o primeiro momento, este<br>Movimento tem afirmado: os impostos relativos ao negócio das barragens são devidos<br>e devem ser cobrados e pagos.<br>A Advogada-Geral do TJUE concluiu, de forma clara, que a liquidação de IMT (e<br>também do Imposto do Selo) sobre a transmissão de imóveis e outros ativos não viola<br>a Diretiva Europeia da reunião de capitais, mesmo que sejam utilizados para o<br>aumento do capital das sociedades adquirentes. Ou seja: não existe qualquer<br>fundamento jurídico europeu que permita afastar o pagamento desses impostos (ver<br>notícia e link para as conclusões aqui).<br>Esta diretiva foi utilizada pela EDP e pela Movhera para justificar a não liquidação dos<br>impostos devidos. Foi igualmente invocada pela Diretora-Geral da Autoridade Tributária<br>para alterar o entendimento anteriormente assumido num processo semelhante. Hoje,<br>essa interpretação sofre uma derrota inequívoca na instância judicial máxima da União<br>Europeia.<br>O próprio texto das conclusões da Advogada-Geral descreve com rigor o mecanismo<br>utilizado no negócio das barragens, ao alertar que o imposto sobre a transmissão de<br>imóveis não pode ser contornado através da transferência prévia do imóvel para uma<br>sociedade de capitais e da subsequente venda das respetivas participações sociais.<br>Pode ler-se no texto: “Caso contrário, a obrigação de pagar o imposto sobre a<br>transmissão de imóveis poderia facilmente ser contornada nas transmissões de<br>imóveis, transferindo‑se o bem imóvel para uma sociedade de capitais antes da venda<br>planeada e transferindo, no futuro, já só todas as participações sociais nessa<br>sociedade”.<br>Durante mais de cinco anos, este Movimento sustentou que tanto o IMT como o<br>Imposto do Selo eram legalmente exigíveis no negócio das barragens. A Justiça<br>Europeia vem agora confirmar essa posição.<br>Todas as intervenções da Justiça portuguesa e europeia confirmam a justeza da nossa<br>luta e a obrigação das concessionárias pagarem os impostos devidos.<br>Perante este novo enquadramento, já não subsistem justificações para manter a<br>inércia. A Autoridade Tributária deve, também aqui, rever a sua posição e assegurar a<br>cobrança integral dos impostos devidos.<br>Todas as decisões e entendimentos da Justiça confirmaram a justeza da nossa luta. E<br>cada adiamento na aplicação da lei apenas prolonga uma situação que prejudicou a<br>Terra de Miranda e o País, beneficiando exclusivamente as concessionárias envolvidas.<br>Terra de Miranda, 2 de março de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/02/MCTM-Tambem-a-Justica-Europeia-confirma-o-que-este-Movimento-sempre-disse-acerca-do-negocio-das-barragens-1_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/02/MCTM-Tambem-a-Justica-Europeia-confirma-o-que-este-Movimento-sempre-disse-acerca-do-negocio-das-barragens-1_compressed.pdf</a></p>
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		<title>Interferência política nos impostos das barragens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 22:49:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Interferência política nos impostos das barragens</strong></p>



<p>O Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) torna pública a sua profunda  indignação perante factos graves, que demonstram, uma vez mais, como os interesses instalados continuam a ser colocados acima do bem comum e da dignidade das populações.</p>



<p><br>De acordo com declarações recentes, um despacho de 2016, da Diretora-geral da Autoridade Tributária (AT) resultou de uma “informação” transmitida pela tutela governamental, ou seja, pelo então Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (SEAF), sustentada numa posição da APA: a de que as barragens seriam bens do domínio público.<br></p>



<p>A partir dessa interferência política, a Diretora-geral da AT determinou:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A anulação de todas as liquidações de IMI sobre barragens anteriores a 2016;</strong></li>



<li><strong>A devolução às concessionárias dos valores que já haviam sido pagos;</strong></li>



<li><strong>A proibição de liquidações futuras</strong>, mantendo um bloqueio fiscal que só foi revertido em 2024, por imposição do SEAF, Nuno Félix.</li>
</ol>



<p class="has-text-align-left">Esse despacho foi declarado ilegal pelo SEAF Nuno Félix, pelo Ministério Público e pelo Supremo Tribunal Administrativo.</p>



<p>Ficámos a saber que essa ilegalidade teve interferência política e quem foram os seus intervenientes. Assim se explica melhor o motivo que levou o então SEAF Mendonça Mendes e do Ministro do Ambiente Matos Fernandes a Miranda do Douro, uma semana depois da conclusão do negócio da venda das barragens, a anunciarem que eram bens do domínio público e, portanto, não sujeitas a qualquer imposto.</p>



<p class="has-text-align-left">O resultado é escandaloso e inaceitável: o Estado e as autarquias perderam receitas <br>significativas, durante anos, relativas ao IMI das barragens, que tanta falta fazem onde <br>sempre fizeram: nos territórios do interior, na coesão social, nos serviços públicos, na <br>capacidade de investimento das câmaras e juntas, e na vida concreta das comunidades.</p>



<p>Estamos perante um caso em que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>a decisão não partiu de critérios técnicos neutro</strong>s, mas de orientação vinda da tutela;</li>



<li><strong>as concessionárias beneficiaram de milhões,</strong> que as populações perderam; </li>



<li><strong>os intervenientes ignoraram e violaram um parecer vinculativo da PGR</strong>, emitido em 2006, que já afirmava o contrário: que as barragens não integram o domínio   público.</li>
</ul>



<p>Em termos políticos, claramente graves, uma <strong>decisão ilegal foi imposta por interferência política</strong>, apesar de existir orientação jurídica vinculativa que determinava o contrário.</p>



<p>E revela também algo ainda mais preocupante:<strong> quem determinou este rumo criou dependências, compromissos e relações de pressão,</strong> num jogo de bastidores em que o<br>interesse público é tratado como detalhe descartável.</p>



<p>O MCTM rejeita firmemente este padrão de governação e de administração: <strong>que protege os grandes interesses económicos, enquanto lesa o país e as populações locais condenando-as à impotência e ao silêncio.</strong></p>



<p>A Terra de Miranda não aceitará o silêncio como destino.</p>



<p><strong>Os tribunais decidiram que a lei atual obriga as barragens a pagarem o IMI.</strong><br>Inexplicavelmente, o Governo atual prepara nova interferência política, pretendendo alterar essa mesma lei, alegando que pretende “clarificar” aquilo que os Tribunais já disseram que é claro. O resultado será apenas um apagão fiscal para as concessionárias.</p>



<p>Exigimos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Esclarecimento público completo</strong> sobre a cadeia de decisões que levou à perda<br>irremediável do IMI das barragens até 2019;</li>



<li><strong>Apuramento das responsabilidades políticas, administrativas </strong>e financeiras com transparência e consequências;</li>



<li><strong>Reposição da justiça fiscal</strong>, garantindo que as concessionárias paguem o que devem — sem favores, sem exceções e sem truques jurídicos;</li>



<li><strong>Indemnização das autarquias e das comunidades locais </strong>que foram diretamente prejudicadas por estas decisões;</li>



<li><strong>Que o Governo não avance com a proposta de alteração ao Código do IMI destinada a salvar as concessionárias do pagamento deste imposto.</strong></li>
</ol>



<p>O território não pode continuar a ser explorado como se fosse uma zona de sacrifício permanente: produz energia, sustenta impactos ambientais e sociais, sem disso retirar qualquer vantagem. Para além disso, ainda vê o valor fiscal ser desviado por despacho e conveniências.<br>Este comunicado é um aviso claro: a <strong>Terra de Miranda está atenta, está mobilizada e não tolerará mais manobras que servem os mesmos de sempre e prejudicam as pessoas de sempre.<br>Pedimos ao Tribunal de Contas que investigue e esclareça todos estes factos graves.</strong></p>



<p>Terra de Miranda, 26 de janeiro de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Interferencia-politica-nos-impostos-das-barragens_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Interferencia-politica-nos-impostos-das-barragens_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Carta aberta ao Ministro de Estado e das Finanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 22:28:09 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Carta aberta ao Ministro de Estado e das Finanças</p>



<p>Ex.mo Senhor Ministro,<br>Nos termos da lei, V. Ex.ª é o responsável máximo pela liquidação e cobrança de todos os impostos devidos pelo negócio da venda das barragens, devendo por isso cumprir as ordens emanadas pelo despacho do Ministério Público.<br>É da sua inteira responsabilidade garantir que essa liquidação e cobrança, sejam feitas com a máxima qualidade jurídica, sem mácula ou falhas. <br>Urge ainda eliminar toda a doutrina distorcida e ilegal que a Diretora-geral da AT foi emitindo e que, objetivamente, favorece as pretensões da EDP, nomeadamente através da revogação:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>da circular nº 2/2021, que manda excluir os equipamentos da avaliação das barragens, para efeitos do IMI, do IMT e do Imposto do Selo por, ostensivamente, contrariar a jurisprudência uniforme do Supremo Tribunal Administrativo;</li>



<li>das ordens da Diretora-geral da AT, ordenando aos peritos avaliadores que excluam todos os equipamentos das avaliações das barragens, para efeitos de cálculo do IMI, pelas mesmas razões;</li>



<li>dos despachos da Diretora-geral da AT, de 07/1/2016 e de 18/11/2016, que determinaram que as barragens são bens do domínio público, porque os mesmos contrariam o despacho do Ministério Público, proferido no inquérito criminal ao negócio da venda das barragens, e o parecer da PGR de 2005, cujo âmbito tem carácter vinculativo para a AT;</li>



<li>do entendimento da AT de que não existe sujeição ao Imposto do Selo nos trespasses de estabelecimentos comerciais ou industriais se não existir nenhum contrato de arrendamento;</li>



<li>da informação vinculativa n.º 15143, sancionada em 10/04/2019 pela mesma Diretora-geral da AT, dizendo que a transmissão de uma barragem não está sujeita ao Imposto do Selo;</li>



<li>da Instrução de Serviço n.º 40048, de 23/05/2017, que retirou ilegalmente as competências dos Chefes de Finanças para promoverem a liquidação do IMI e do IMT sobre as barragens e anulou, também ilegalmente, as liquidações do IMI sobre as mesmas.<br></li>
</ol>



<p>Senhor Ministro,<br>Todos estes atos da Diretora-geral da AT são ilegais e inverteram a doutrina da AT esta matéria, promovendo sistematicamente a mesma consequência: serem favoráveis à EDP e prejudicarem o Interesse Público.<br>O recente despacho do Ministério Público e os acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo vieram comprovar a ilegalidade desses atos, como sempre dissemos. Assim, compete-lhe a si repor a regularidade do funcionamento das Instituições, expurgando todas essas distorções e entorses jurídico-administrativos que têm permitido todo este favoritismo escandaloso. <br>Também lhe compete a si, enquanto responsável máximo pela Administração Fiscal, garantir que todos os impostos que a Justiça mandou liquidar sejam liquidados e cobrados de forma exemplar, por uma AT que tem de servir com a máxima dignidade o Interesse Público e não se curvar perante o poder de grandes grupos económicos. O MCTM vai estar, como sempre esteve, muito atento e tudo fará para garantir que o povo Português, em especial o da Terra de Miranda, receba aquilo que é seu por direito.<br>Desde o seu início, este Movimento sempre se afirmou construtivo e inclusivo, além de apartidário. Estamos aqui para ajudar a promover o Interesse Público, sem qualquer interesse que não seja esse. E, como pode verificar, temos razão em tudo o que afirmámos.</p>



<p>Terra de Miranda, 7 de dezembro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/12/MCTM-Carta-aberta-ao-Min-das-Financas-1_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/12/MCTM-Carta-aberta-ao-Min-das-Financas-1_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://terrademiranda.org/carta-aberta-ao-ministro-de-estado-e-das-financas/">Carta aberta ao Ministro de Estado e das Finanças</a> aparece primeiro em <a href="https://terrademiranda.org">MCTM</a>.</p>
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		<title>A Justiça deu-nos razão total        O Governo prepara-se para a boicotar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 22:49:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça deu-nos razão totalO Governo prepara-se para a boicotar O Supremo Tribunal Administrativo (STA) acaba de divulgar dois acórdãos que consagram o que o nosso<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça deu-nos razão total<br>O Governo prepara-se para a boicotar</p>



<p>O Supremo Tribunal Administrativo (STA) acaba de divulgar dois acórdãos que consagram o que o nosso Movimento sempre disse: as barragens têm de pagar IMI, e os equipamentos essenciais à produção de energia acrescem ao valor das avaliações.<br></p>



<p>Estes acórdãos desautorizam as declarações do Primeiro-Ministro, que afirmou que a lei do IMI era duvidosa no que respeita às barragens. Desautorizam também o Ministro das Finanças que afirmou que a lei do IMI tinha muitos problemas para ser aplicada aos mesmos Centros Eletroprodutores.<br></p>



<p>Desautorizam igualmente a Diretora-geral da AT que, até agora, se tem recusado a revogar as instruções já declaradas ilegais pelo Secretário de Estado, Nuno Félix, que a tutelava, mas que este governo não mandou revogar. Essa revogação deve ser feita agora, de imediato.</p>



<p><br>Ademais, desautorizam o Governo na sua decisão de alterar a lei do IMI.<br></p>



<p>Estes dois acórdãos do STA, mais o despacho do Ministério Público da semana passada, obrigando a AT a cobrar os 335 milhões de euros dos impostos devidos pela venda das barragens, consagram o que este Movimento sempre disse: todos os impostos (o IMI, o IMT, o Imposto do Selo e o IRC) são devidos.<br></p>



<p>Está assim consumada a vitória total deste Movimento, depois de mais de cinco anos de luta intensa e quase diária.<br></p>



<p>Em qualquer país civilizado, a nossa luta terminaria aqui. A Justiça decidiu, cabe agora ao Governo assegurar o seu cumprimento.<br>Mas, em Portugal, não!<br></p>



<p>O Governo prepara-se para fazer o contrário: alterar a lei do IMI, a mesma que o STA disse ser muito clara; e ainda que obriga a EDP e as concessionárias a pagarem todos os impostos.<br></p>



<p>Porque insiste o Governo nessa alteração? Não sabemos. Mas sabemos que ela é ofensiva do Interesse Público.<br>Que fique muito claro: se tal alteração for aprovada ocorrerá um apagão fiscal à EDP — no IMI, no IMT e no Imposto do Selo — e nenhum imposto será pago.<br></p>



<p>Essa proposta é uma traição ao povo português, especialmente ao<br>Povo da Terra de Miranda. Traição feita por políticos que elegemos, que<br>insistem em promover uma borla fiscal à EDP.<br></p>



<p>Disso já advertimos o Governo e os principais partidos políticos.<br>Brevemente ficaremos a saber quem está ao lado do Povo, da Lei e da Justiça, e quem está do outro lado.<br></p>



<p>Ganhámos na Justiça, mas podemos ser derrotados por alguns políticos que não sabem honrar o poder que lhes foi confiado pelos portugueses.<br></p>



<p>A Justiça está do nosso lado. Até agora, o Governo não.<br></p>



<p>A nossa próxima batalha é reprovar esta proposta vergonhosa, esta<br>desonra à República e este atropelo ao Estado de Direito, que o atual<br>Governo quer fazer passar.<br>Terra de Miranda, 16 de novembro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/11/MCTM-Boicote-a-Justica-compactado.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/11/MCTM-Boicote-a-Justica-compactado.pdf</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Alerta: o Governo parece não querer cobrar à EDP os 335 milhões de euros das barragens</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 23:44:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alerta: o Governo parece não querer cobrar à EDP os 335 milhões de euros das barragens Os 335 milhões de euros que a EDP deve pelo<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alerta: o Governo parece não querer cobrar à EDP os 335 milhões de euros das barragens</strong><br></p>



<p>Os 335 milhões de euros que a EDP deve pelo negócio das barragens, bem como o IMI, podem nunca virem a ser pagos, por falta de vontade política do Governo.</p>



<p>São evidentes os factos que revelam a falta de vontade política em obrigar a EDP a cumprir as suas obrigações fiscais, em particular:</p>



<p><br>i.     No mesmo dia em que o Ministério Público (MP) deu ordens expressas à Autoridade Tributária (AT) para que liquidasse e cobrasse os impostos devidos, indo ao ponto de os quantificar, o Ministro de Estado e das Finanças admitiu publicamente que a AT  desobedecesse a essa ordem;</p>



<p><br>ii.    O Ministro disse que a AT “analisa e decide pela liquidação ou não”. E acrescentou: “se decidir pela liquidação, qualquer contribuinte tem o direito de litigar, de ir para contencioso tributário e de prestar uma garantia”; </p>



<p><br>iii.     De seguida, o Ministro afirmou não ter lido o despacho do MP, o que adensa as preocupações sobre o objetivo das suas declarações;</p>



<p><br>iv.     Estas afirmações são da máxima gravidade;</p>



<p><br>v.     O Ministro esqueceu-se de dizer que a EDP tem o dever de pagar e não se comprometeu a assegurar que a administração tributária, da qual é o mais alto responsável, vai cumprir o despacho do MP;</p>



<p><br>vi.     O Ministro anunciou que ia propor uma alteração ao Código do IMI onde se pretende estabelecer que, só a partir de agora, as barragens estão sujeitas ao IMI e que o não estavam em 2020;</p>



<p><br>vii.     A ser aprovada esta proposta, caem por terra os 112 milhões de euros da dívida do IMT e do Imposto do Selo que o MP mandou liquidar porque, segundo o mesmo despacho, não havendo sujeição ao IMI, também não haverá ao IMT nem ao Imposto do Selo;</p>



<p><br>viii.     O despacho do MP deixa muito claro que as barragens, incluindo todos os seus equipamentos, sempre estiveram sujeitas ao IMI, evidenciando que esta alteração legislativa só serve para beneficiar a EDP;</p>



<p><br>ix.     Em junho de 2024, o mesmo Ministro das Finanças afirmou que a Lei que sujeita as barragens ao IMI era muito duvidosa, nunca tendo defendido a legalidade das liquidações do IMI das barragens. Essas afirmações do Ministro foram desmentidas diretamente pelo mesmo despacho;</p>



<p><br>x.    O Primeiro-Ministro afirmou também na AR que a Lei do IMI não é clara, quanto à sujeição das barragens ao imposto. O despacho do MP desmente também estas afirmações;<br><br>xi.     Este despacho do MP é a quarta ordem que a Diretora-geral da AT recebe para liquidar impostos à EDP;</p>



<p><br>xii.   Já tinha recebido três ordens do Secretário de Estado que a tutelava a mandá-la liquidar o IMI. Não tendo cumprido o primeiro, cumpriu com erros primários o segundo;</p>



<p><br>xii.    A AT demorou dois anos a cumprir os três despachos. Esse atraso, sabemolo <br>agora, impediu o MP de concluir este processo antes do decurso do prazo legal de caducidade do direito à liquidação;</p>



<p><br>O MP deu à AT apenas um ano para liquidar o Imposto do Selo, o IMT e o IRC;</p>



<p><br>O conjunto destes factos abala a nossa confiança no Governo, o que acresce à perda de confiança na Diretora-geral da AT, já antiga. Apesar disso, exigimos ao Ministro o seguinte:<br><strong>a.</strong>   Que mostre publicamente o compromisso com as funções que jurou desempenhar no cumprimento do Interesse Público e assegure que tudo fará para que o despacho do MP seja imediatamente cumprido;<br><strong>b. </strong>  Que não avance com a proposta de alteração ao Código do IMI, porque apenas serve para que a EDP se possa livrar de pagar todos os impostos municipais (IMI e IMT) que deve;</p>



<p><br>Aos partidos parlamentares pedimos que chumbem a proposta do Governo. A todos diremos que estamos vigilantes e que não nos enganam, por muito que tentem, nem nos compram.</p>



<p><br>A todos os portugueses pedimos que estejam em alerta máximo e que não se deixem enganar por quem tenta por todos os meios possíveis e imaginários, promover um apagão fiscal, livrando a EDP de pagar qualquer imposto. </p>



<p>A história julgará os responsáveis por todos estes estranhos acontecimentos.</p>



<p><br>Terra de Miranda, 10 de novembro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/11/alerta_movimento-compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/11/alerta_movimento-compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Carta aberta aos autarcas eleitos</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2025 22:38:05 +0000</pubDate>
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<p>O conteúdo <a href="https://terrademiranda.org/carta-aberta-aos-autarcas-eleitos/">Carta aberta aos autarcas eleitos</a> aparece primeiro em <a href="https://terrademiranda.org">MCTM</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Felicitamos todos os cidadãos da Terra de Miranda que foram eleitos nas recentes  eleições autárquicas para os nossos três municípios: Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso.</p>



<p><br>A vossa função agora é servir o Interesse Público da nossa Terra e representar os cidadãos que vos elegeram. De vós esperamos verdade e determinação para ultrapassar os graves problemas da nossa Terra.</p>



<p><br>Continuamos a perder população, o rendimento médio por cada habitante da Terra de Miranda é de cerca de metade do de Lisboa e a nossa economia continua em queda. Este processo dura há 60 anos e é já uma ameaça para a própria existência dos nossos municípios.</p>



<p><br>É possível inverter este caminho que nos conduz ao abismo. Para isso, temos recursos naturais, culturais, linguísticos, históricos e ambientais. Mas, para isso, precisamos de nos unir, de ser humildes, em especial quando temos posições de poder; de ouvir os outros e de incentivar quem quer participar na construção do nosso futuro comum. Aos autarcas eleitos oferecemos, sem nada pedir em troca, o nosso trabalho cívico, o nosso conhecimento e a nossa disponibilidade para trabalhar em conjunto.</p>



<p><br>Precisamos todos de fazer algo de muito diferente daqueles que nos antecederam. Juntos, venceremos a batalha da cobrança dos impostos das barragens, cujos meios financeiros são essenciais para reerguermos a nossa economia, de modo a aumentarmos o rendimento dos cidadãos dos nossos municípios e sermos capazes de atrair e aumentar a nossa população.</p>



<p><br>Como dissemos várias vezes, juntos ganharemos esta batalha. Mas continuamos a necessitar de muito mais diálogo, franco, aberto e sem partidarismos, com os municípios.  Juntos, conseguiremos que as concessionárias das barragens paguem tudo o que nos devem.  </p>



<p><br>Juntos, com exigência e credibilidade, conseguiremos que o Estado Central cumpra a sua obrigação constitucional e prioritária de aproximar as condições de vida da nossa Terra às de Lisboa.<br>Juntos, conseguiremos implementar o Plano Estratégico para a Terra de Miranda. Só pedimos uma coisa aos nossos autarcas: diálogo, humildade e que coloquem os interesses da nossa Terra acima dos interesses partidários. Porque a hora é grave. </p>



<p>Terra de Miranda 26 de outubro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/10/MCTM-Carta-aberta-autarcas_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/10/MCTM-Carta-aberta-autarcas_compressed.pdf</a></p>
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		<title>O apagão fiscal do IMI das barragens e a capitulação do Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 15:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro das Finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo pretende alterar o Código do IMI no que respeita à tributação das barragens, segundo os jornais de hoje. Lendo a notícia percebe-se facilmente que<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <a></a>Governo pretende alterar o Código do IMI no que respeita à tributação das barragens, segundo os jornais de hoje.</p>



<p>Lendo a notícia percebe-se facilmente que essa alteração só terá dois efeitos:</p>



<p>1. Vai eliminar todo o IMI a pagar pelas concessionárias de barragens, eólicas e fotovoltaicas, devido até agora;</p>



<p>2. Vai legitimar que as concessionárias peçam indemnizações ao Estado, para reposição do equilíbrio contratual dos contratos de concessão, pelo valor do IMI futuro a pagar, pelo que, quem vai suportar esse IMI vão ser todos os contribuintes portugueses.</p>



<p>Estas conclusões são corroboradas pelos especialistas ouvidos na notícia.</p>



<p>Não fazemos processos de intenções acerca da boa ou má-fé do Governo, mas o resultado desta alteração legislativa serão os seguintes:</p>



<p>i) Um verdadeiro jackpot para a EDP e as concessionárias, que assim se livram de pagar o IMI para sempre.</p>



<p>ii) Um prejuízo brutal para as populações dos 135 municípios onde se situam as barragens e os centros electroprodutores, bem como todos os contribuintes portugueses.</p>



<p>O Governo é consciente disto tudo e foi devidamente alertado por este Movimento.</p>



<p>Tudo isto viola frontalmente o Interesse Público.</p>



<p>O Governo não só vira as costas às populações da Terra de Miranda e dos restantes municípios, como se coloca contra elas. As nossas populações devem estar conscientes disto e do carácter intolerável desta opção.</p>



<p>Tentarem vender-nos esta alteração como se fosse boa para todos nós é apenas uma tentativa pobre e descarada de nos enganarem.</p>



<p>Não podemos aceitar que esta proposta de lei passe na Assembleia da República. Portugal é uma democracia e não pode valer tudo.</p>



<p>Somos um Movimento inclusivo, construtivo e apartidário, mas não podemos deixar de denunciar o que é inaceitável, nem que nos tentem enganar.</p>



<p>Terra de Miranda, 20 de outubro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/10/MCTM-O-apagao-fiscal.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/10/MCTM-O-apagao-fiscal.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Sobressalto Cívico pela Terra de Miranda A Terra de Miranda está a morrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 22:28:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Ministro das Finanças]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Terra de Miranda está a morrer</p>



<p>Em 2024, segundo dados do INE:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nasceram 20 pessoas e morreram 123 no concelho de Miranda do Douro;</li>



<li>Nasceram 50 pessoas e morreram 155 no concelho de Mogadouro;</li>



<li>Nasceram 17 pessoas e morreram 87 no concelho de Vimioso;<br></li>
</ul>



<p>Nos últimos 11 anos: nasceram cerca de 1000 e morreram cerca de 4000 pessoas na<br>Terra de Miranda (Miranda, Mogadouro e Vimioso).<br>A população da Terra de Miranda está a desaparecer.<br>A continuarmos assim, grosso modo, metade da população da nossa Terra<br>desaparecerá em cerca de 30 anos, tendo em consideração apenas a evolução do<br>saldo natural.<br>Este fenómeno é agudizado pela emigração dos poucos jovens que nos restam, numa<br>espiral de destruição massiva da população do nosso território.<br>A consequência será o fim de muitas empresas, de muitos estabelecimentos<br>comerciais (restaurantes, hotéis, outros empreendimentos turísticos, etc.), da nossa<br>pouca agricultura, da nossa cultura e da nossa Língua.<br>Este é um problema muito grave, não só da nossa Terra, mas também de Portugal e<br>da União Europeia.<br>A causa deste problema é política. Políticas erradas associadas à falta de ação<br>política: local, nacional e europeia. Não é um problema de um ou outro partido, mas de<br>todos.<br>É possível inverter este caminho para evitar a morte da nossa Terra. Demonstramo-lo<br>no Plano Estratégico para a Terra de Miranda, cuja implementação é mais urgente que<br>nunca.<br>Temos riquezas naturais prodigiosas, mas sofremos as consequências de políticas<br>desastrosas.<br>Salvar a nossa Terra da morte está nas nossas mãos e depende de nós.<br>Para isso, temos de nos juntar, de nos unir num sobressalto cívico pela Terra de<br>Miranda, acima dos partidos e das nossas diferenças.<br>Não nos podemos calar, não podemos desistir.</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-A-Terra-de-Miranda-esta-a-morrer.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-A-Terra-de-Miranda-esta-a-morrer.pdf</a></p>
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		<title>É urgente repensar a construção de dois matadouros na Terra de Miranda</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 21:36:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Matadouros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É urgente repensar a construção de dois matadouros na Terra de MirandaCom enorme apreensão e sentido de responsabilidade, alertamos publicamente para a insensatez da decisão dos<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>É urgente repensar a construção de dois matadouros na Terra de Miranda</strong><br>Com enorme apreensão e sentido de responsabilidade, alertamos publicamente para a insensatez da decisão dos executivos camarários de Miranda do Douro e de Mogadouro de avançarem, cada um, com a construção de um matadouro de raiz.</p>



<p><br>As decisões dessas construções foram tomadas sem que exista, até ao momento, qualquer estudo de viabilidade económica conhecido que sustente a construção de um só matadouro — quanto mais de dois.</p>



<p><br>Estamos perante investimentos de viabilidade mais do que duvidosa, que não só colocam em causa a boa gestão dos recursos públicos, como expõem a Terra de Miranda ao ridículo de autarcas que, em vez de se unirem em torno de soluções complementares, escolhem o caminho da divisão e da duplicação inútil.</p>



<p><br>O elevado valor dos investimentos anunciados obrigará os contribuintes da Terra de Miranda a terem de andar a pagá-los durante muitos anos. E a quase certa falta de rentabilidade, agravada pela curta distância de apenas 20 Km entre ambos, gerará prejuízos adicionais que terão de ser pagos pelos mesmos.</p>



<p><br>Ao mesmo tempo que se desperdiçam estes milhões de euros, a raça Mirandesa está em perigo de extinção e nada se faz para a proteger.</p>



<p><br>Mais grave ainda é que tais decisões são tomadas quando existem alternativas de investimento sólidas, justas e há muito reclamadas. O exemplo mais gritante é o apoio à Cooperativa Agrícola Ribadouro, promessa repetidamente feita e repetidamente adiada, apesar da sua comprovada viabilidade económica e do impacto real que teria na vida de inúmeros agricultores da região. Estes homens e mulheres, que sustentam com o seu trabalho a Terra de Miranda, veem agora em risco os recursos que lhes eram devidos, sacrificados em nome de obras de fachada sem futuro.</p>



<p><br>Apelamos, por isso, com toda a veemência, a que os autarcas de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso deixem de lado rivalidades estéreis e protagonismos míopes, e passem a agir como verdadeiros servidores do povo que representam.</p>



<p><br>Sendo por demais evidente que apenas um matadouro é suficiente para responder às necessidades dos três municípios, apelamos a um entendimento entre eles, quanto à utilidade a dar a um dos edifícios.</p>



<p><br>Os recursos públicos são escassos e sagrados, e devem ser investidos apenas naquilo que tem sentido, que acrescenta valor e que garante a sustentabilidade económica e social da nossa terra.</p>



<p><br>É tempo de maturidade. É tempo de união. É tempo de escolhas que honrem o futuro da Terra de Miranda.</p>



<p><br>Terra de Miranda 22 de setembro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-Urgente-repensar-matadouros-_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-Urgente-repensar-matadouros-_compressed.pdf</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobressalto cívico pela sobrevivência da Terra de Miranda</title>
		<link>https://terrademiranda.org/sobressalto-civico-pela-sobrevivencia-da-terra-de-miranda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 21:49:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[MirandadoDouro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apelo ao Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República, ao Primeiro-Ministro, aos partidos políticos e aos autarcas da Terra de Miranda. A Terra de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Apelo ao Presidente da República, ao Presidente da Assembleia da República, ao Primeiro-Ministro, aos partidos políticos e aos autarcas da Terra de Miranda. A Terra de Miranda agoniza numa espiral de morte económica, social e cultural. Há 60 anos que este território se esvazia, que as suas gentes partem e que a sua identidade se apaga.<br>Nada tem travado esta marcha para o abismo. O despovoamento intensifica-se, aconomia colapsa, e a alma de um povo inteiro encontra-se à beira da extinção. </p>



<p><br>Estamos perante uma crise multifacetada, com sinais de alerta claros e comprovados:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Está em risco de extinção a raça bovina mirandesa, símbolo vivo da região. A qualquer momento pode ser dizimada, depois de quase duas décadas de alertas ignorados;</li>



<li>Está em risco de extinção a Língua Mirandesa, património único, inestimável e fator de identidade da Terra de Miranda;</li>



<li>Está em risco de extinção a Adega Cooperativa Ribadouro, estrutura fundamental para a valorização da produção de vinho da Terra de Miranda e a salvaguarda de centenas de vinicultores dos três Concelhos;</li>



<li>Foi extinta a ferrovia para a Terra de Miranda, sendo o Distrito de Bragança o único do país sem transporte ferroviário em funcionamento, condenando a região ao isolamento;</li>



<li>Foram extintos vários serviços públicos na Terra de Miranda, em especial na área da saúde e da educação, deixando as populações desamparadas;</li>



<li>Desapareceu, sem substituto, a base fundamental e secular da economia da região, que eram os cereais, com destaque para o trigo;</li>



<li>Desapareceram 2/3 da população em apenas 60 anos, intensificando-se o processo de despovoamento na última década (nos últimos 4 anos, esse processo agravou-se, tendo a população diminuído mais 2,8%);</li>



<li>Os empregos são cada vez mais escassos e os salários são, em média, um terço mais baixo que no resto do país.</li>
</ul>



<p>A última década foi marcada por um agravamento implacável da dinâmica destrutiva. O turismo, outrora uma esperança, entrou em declínio acelerado. Enquanto as dormidas turísticas no resto do país cresceram 14,5% desde 2019, o concelho de Miranda do Douro, por exemplo, registou uma queda devastadora de 14,2%. Esta tendência é um duplo sinal de morte lenta da Terra de Miranda: menos visitantes, menos pessoas que queiram permanecer e menos a acreditar no futuro desta terra.</p>



<p><br>Tudo isto acontece sob o olhar frio e indiferente do Estado Central. A Constituição é cristalina: a coesão territorial é um dever prioritário do Estado (artigo 81.º, alínea d) e um direito inalienável dos cidadãos. Mas o Estado centralista, num silêncio cúmplice, falha de forma reiterada, descarada e impune a sua obrigação constitucional. A Terra de Miranda está a ser abandonada à morte lenta, e os seus habitantes são vítimas diretas deste incumprimento vergonhoso.</p>



<p><br>Estamos perante um crime de omissão política e histórica, uma traição à própria essência do contrato social consagrado na Constituição, que deve unir os cidadãos e o Estado.</p>



<p><br>Não há mais tempo a perder. O abismo está já diante de nós. É hora de dizer basta, de erguer a voz e exigir que o Estado cumpra o que lhe compete, devolvendo à Terra de Miranda o direito mais elementar: o direito à sobrevivência e à dignidade.</p>



<p><br>Em 2021, o nosso Movimento apresentou o Plano Estratégico para a Terra de Miranda, um documento sólido e fundamentado que demonstra o altíssimo potencial económico da região.</p>



<p><br>No entanto, os municípios e o Estado português viraram as costas a esse trabalho. Preferiram a cegueira voluntária, o facilitismo do curto prazo, a ignorância arrogante e a incompetência política que hoje nos arrastam para a ruína.</p>



<p><br>A participação cívica e desinteressada deste Movimento deparou-se com o desdém dos titulares de cargos políticos do Estado e das próprias autarquias, numa reocupante manifestação de afastamento da política relativamente aos cidadãos.</p>



<p><br>Somos e continuaremos a ser um Movimento construtivo, inclusivo e apartidário,  norteado exclusivamente pela defesa do interesse público da Terra de Miranda e de  Portugal.</p>



<p><br>Acreditamos no diálogo e no conhecimento como forças transformadoras, e não  desistiremos.</p>



<p><br>No entanto, confessamos o nosso temor: que a degradação contínua deste território empurre a população desesperada para os braços do populismo e do radicalismo, envenenando o futuro da própria democracia.</p>



<p><br>O Estado Português tem ao seu alcance todos os instrumentos para concretizar a reforma profunda que propomos e inverter o caminho trágico que ele próprio ajudou a cavar. O que falta não são recursos, mas vontade política.</p>



<p><br>É hora de agir. Agora. Antes que seja tarde demais.<br>Terra de Miranda, 14 de setembro de 2025</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-Sobressalto-Civico-da-Terra-de-Miranda_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2025/09/MCTM-Sobressalto-Civico-da-Terra-de-Miranda_compressed.pdf</a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://terrademiranda.org/sobressalto-civico-pela-sobrevivencia-da-terra-de-miranda/">Sobressalto cívico pela sobrevivência da Terra de Miranda</a> aparece primeiro em <a href="https://terrademiranda.org">MCTM</a>.</p>
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