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	<title>MCTM</title>
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	<description>Movimento Cultural da Terra de Miranda - Juntos somos mais fortes!</description>
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		<title>Uma grande lição à EDP</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:25:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Movimento Cultural da Terra de Miranda Uma grande lição à EDP Soube-se hoje que a EDP foi finalmente notificada do valor dos impostos que tem a<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Movimento Cultural da Terra de Miranda</strong></p>



<h1 class="wp-block-heading">Uma grande lição à EDP</h1>



<p>Soube-se hoje que a EDP foi finalmente notificada do valor dos impostos que tem a pagar pelo negócio das barragens.</p>



<p>Não foi o Estado que, por iniciativa própria, fez o que devia ter feito desde o primeiro dia. Não foram os governos, não foram os grandes partidos, não foram os altos dirigentes da Administração Pública, não foram os autarcas que se apressaram a defender a Terra de Miranda. <strong>Foi o Povo.</strong></p>



<p>Foi o Povo da Terra de Miranda, organizado neste Movimento, que, durante seis anos, enfrentou uma das empresas mais poderosas do país. Foi o Povo que resistiu, denunciou, estudou, insistiu, incomodou e obrigou o país a olhar para aquilo que muitos queriam esconder.</p>



<p>Durante seis anos, muitos disseram-nos que não valia a pena. Durante seis anos, tentaram calar-nos. Fomos insultados, desprezados, maltratados e perseguidos. <strong>Mas nunca nos vergámos.</strong></p>



<p>A EDP, habituada a vergar governantes, políticos nacionais e locais, altos dirigentes da Administração Pública e comentadores sempre disponíveis para justificar o injustificável, encontrou no MCTM aquilo que não esperava: <strong>cidadãos livres, determinados, informados e sem medo.</strong></p>



<p>E foi derrotada.</p>



<p>Foi derrotada pela razão, pela lei e pela persistência de um pequeno Movimento que não tem escritórios de luxo, advogados pagos a peso de ouro, avenidas abertas nos ministérios e corredores reservados nos centros do poder.</p>



<p>Temos apenas aquilo que sempre nos bastou: <strong>a verdade, a lei, a dignidade da nossa Terra e a força do nosso Povo</strong> e o apoio de outros cidadãos e de alguns responsáveis políticos dignos e defensores intransigentes do interesse público e da lei.</p>



<p>Sempre dissemos que os impostos eram devidos: <strong>o IMI, o IMT, o Imposto do Selo e o IRC.</strong> Sempre dissemos que este negócio não podia passar por cima da lei, dos municípios, das populações e do interesse público. Hoje, isso está consagrado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma vitória do Povo &#8211; e apenas uma etapa</h2>



<p>Este dia prova que tínhamos razão.</p>



<p>A EDP e os seus parceiros prepararam este negócio como quem prepara e monta uma maquinação do poder. Tudo foi desenhado para que nada falhasse: os obstáculos jurídicos, fiscais, administrativos e políticos foram antecipados, tratados e neutralizados. Tudo foi amansado por uma estratégia de influência que procurou garantir que o negócio se realizasse sem sobressaltos, sem escrutínio, sem impostos e nas costas do Povo.</p>



<p>Mas houve uma coisa com que a EDP e os seus servidores não contavam nem controlaram: <strong>a consciência cívica e o levantar da voz da Terra de Miranda.</strong></p>



<p>Não controlaram este Movimento, nem a sua capacidade de estudar os dossiês, de confrontar os poderes, de desmontar a narrativa oficial e de obrigar as instituições a responder.</p>



<p>A EDP diz que foi aconselhada por reputados fiscalistas. Talvez seja tempo de rever esses elogios. Porque esses reputados especialistas meteram a EDP num problema sério e ajudaram a confirmar aquilo que sempre denunciámos: <strong>este negócio foi construído contra o interesse público e contra a justiça fiscal.</strong></p>



<p>Um Movimento de cidadãos sem poder derrotou um exército de influência, arrogância e de malabarismo e ilusionismo jurídico.</p>



<p>Mas não nos iludamos: <strong>esta vitória ainda não é o fim. É apenas uma etapa.</strong></p>



<p>Agora é preciso garantir que a Autoridade Tributária faça o seu trabalho com rigor, coragem e independência. Não aceitaremos falhas, atrasos, ambiguidades ou manobras que possam pôr em causa a cobrança integral do que é devido. Já vimos demasiadas vezes como certos dirigentes públicos são rápidos a complicar o que é simples e a fragilizar o que devia ser firme.</p>



<p><strong>Estaremos atentos, vigilantes e de pé, até que o último cêntimo seja cobrado.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">A escolha da EDP &#8211; e a escolha dos autarcas</h2>



<p>A EDP e os seus parceiros têm agora uma escolha clara: ou se comportam como empresas modernas, competitivas, transparentes e respeitadoras da lei democrática, ou continuarão presos aos tiques coloniais de quem acha que os territórios do interior existem para ser explorados, silenciados e descartados.</p>



<p>A Terra de Miranda não é uma colónia energética. O nosso território não é uma coutada de interesses privados. Os nossos rios, as nossas barragens, os nossos municípios e o nosso Povo não são peças descartáveis em negócios decididos longe de nós e contra nós.</p>



<p>Portugal é uma democracia, senhores.</p>



<p>E numa democracia, o poder económico não está acima da lei. As grandes empresas não estão acima dos cidadãos. Os territórios do interior não estão condenados ao esvaziamento, ao abandono, à exploração nem ao silêncio.</p>



<p>Deixamos também uma palavra clara aos nossos autarcas: <strong>chegou a hora de escolherem de que lado estão.</strong><br>Do lado do Povo que os elegeu ou do lado dos poderes que sempre trataram esta Terra como menor?</p>



<p><strong>Juntem-se a nós. De uma vez por todas.</strong></p>



<p>A Terra de Miranda levantou-se.<br>E quando um povo se levanta com razão, <strong>nem a EDP, nem os governos, nem os interesses instalados o conseguem vergar.</strong></p>



<p><em>Terra de Miranda, 13 de maio de 2026</em></p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-Uma-grande-licao-a-EDP_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-Uma-grande-licao-a-EDP_compressed.pdf</a></p>
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		<title>A ENGIE não pode colonizar a Terra de Miranda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 21:44:06 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading"><strong>A ENGIE não pode colonizar a Terra de Miranda</strong></h1>



<p>A ENGIE prepara-se para avançar com a instalação massiva de parques fotovoltaicos e torres eólicas na Terra de Miranda.</p>



<p>Não se trata de desenvolvimento. Não se trata de progresso. Trata-se da continuação de uma estratégia de saque, agora disfarçada de transição energética.</p>



<p>Depois das barragens, a ENGIE vem agora tentar ampliar a sua atividade extrativa a outros recursos da Terra de Miranda como sejam o sol e o vento.</p>



<p>Primeiro sugaram-nos a energia da água. Agora querem apropriar-se também da força do nosso vento e da luz do nosso sol.</p>



<p>Estes recursos pertencem à Terra de Miranda e ao seu povo. Não podem continuar a ser explorados, vendidos e transformados em lucros de biliões de euros.</p>



<p>A ENGIE quer fazer da Terra de Miranda uma colónia energética. Quer transformar o Planalto Mirandês num imenso estaleiro industrial ao serviço dos seus lucros. Quer ocupar o nosso território, alterar a nossa paisagem, destruir solos, vegetação, fauna, flora e equilíbrio natural, enquanto a riqueza produzida segue para fora. Para cá ficam os impactos. Para cá ficam os danos. Para cá ficam as cicatrizes. O dinheiro, esse, parte a voar.</p>



<p>Estes projetos produzirão biliões de euros em energia elétrica. Biliões gerados com recursos que são nossos, em território que é nosso, à custa da paisagem que herdámos, da agricultura que sustenta famílias, da biodiversidade que nos pertence e da dignidade de uma região que há décadas é tratada como periferia descartável.</p>



<p>A ENGIE, que nem os impostos municipais quer pagar (devendo à Terra de Miranda e ao país mais de 500 milhões de euros), num dos negócios mais vergonhosos da história recente, vem agora apresentar-se como dona do nosso futuro. Não é dona, nunca foi e nunca será.</p>



<p>Quem deve 500 milhões ao país não tem autoridade moral para falar em transição energética. Quem nunca pagou o que deve não tem o direito de pedir licença para ficar com mais.</p>



<p>O povo da Terra de Miranda não pode continuar a ser espoliado dos seus recursos naturais. Água, vento e sol não são património gratuito de multinacionais. São recursos do território, da comunidade e das gerações futuras. Quem explora tem de pagar. Quem lucra tem de compensar. Quem destrói tem de reparar.</p>



<p>A Terra de Miranda merece mais do que promessas ocas. Se houver projetos de energia renovável neste território, que sejam projetos que respeitem a paisagem, o ambiente e a identidade do Planalto Mirandês, decididos por quem aqui vive, e não por quem nos vê apenas como fundo de quintal da transição energética dos outros. Que gerem emprego real. Que garantam uma partilha justa, proporcional e vinculativa da riqueza produzida com os recursos desta terra.</p>



<p>A qualquer empresa ou promotor que queira operar aqui, dizemos com clareza: venham com respeito, venham com propostas sérias, venham dispostos a partilhar e haverá conversa. Venham como a ENGIE tem vindo, com arrogância, com dívidas por saldar e com desprezo pela nossa autonomia, e encontrarão uma terra que não se deixa dobrar.</p>



<p><strong>Não nos calam.</strong></p>



<p><strong>Não nos calaremos.</strong></p>



<p>A Terra de Miranda não está à venda; a sua paisagem não é descartável; os seus recursos não são gratuitos e o seu povo não é invisível.</p>



<p>A Terra de Miranda exige respeito, justiça e uma compensação proporcional à riqueza que aqui se produz. Exige que essa riqueza sirva, antes de tudo, quem aqui vive, quem aqui trabalha e quem aqui resiste.</p>



<p><strong>O futuro da nossa terra pertence-nos.</strong></p>



<p>Movimento Cultural da Terra de Miranda</p>



<p>Terra de Miranda, 11 de maio de 2026</p>



<p>terrademiranda.org</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-A-Engie-nao-pode-colonizar-a-Terra-de-MIranda_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-A-Engie-nao-pode-colonizar-a-Terra-de-MIranda_compressed.pdf</a></p>
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		<title>IMPOSTOS SOBRE O NEGÓCIO DAS BARRAGENS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 21:39:05 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading">Exigência de intervenção do Tribunal de Contas e da Inspeção-Geral de Finanças</h2>



<p>Está iminente a liquidação, pela Autoridade Tributária (AT), de todos os impostos relativos ao negócio da venda das barragens, cumprindo o que o Ministério Público determinou.</p>



<p>O valor a liquidar ultrapassa <strong>500 milhões de euros</strong>, acima dos 335 milhões inicialmente apurados, porque o despacho do MP apenas abrangeu duas das três fases do negócio.</p>



<p>As populações da Terra de Miranda e dos restantes oito municípios onde se situam estas barragens têm um <strong>direito irreversível</strong> a receber todas as receitas destes impostos, através dos seus municípios.</p>



<p>A vida destas comunidades vai mudar — e isso terá um impacto profundo no desenvolvimento regional e nacional.</p>



<p>A AT tem agora uma enorme responsabilidade: <strong>respeitar os direitos e expetativas das populações e do País.</strong></p>



<p>Para isso, deve realizar uma liquidação juridicamente sólida, sem erros de direito, de procedimento ou de quantificação, que possam ser anulados pela litigância das concessionárias.</p>



<p>Qualquer erro nesta liquidação pode frustrar as expetativas das populações, com consequências imprevisíveis.</p>



<p>Além de liquidar todos os impostos apurados, a AT deve <strong>complementar o despacho do MP com requisitos jurídico‑tributários</strong> que garantam a legalidade e a transparência do processo.</p>



<p>O Movimento Cultural da Terra de Miranda enviou à AT uma exposição detalhada com esses requisitos, dando dela conhecimento às entidades políticas e de controlo competentes.</p>



<p>Mantemos total confiança nos serviços da AT e nos seus funcionários, mas <strong>os erros sistemáticos da sua Direção‑Geral, sempre contra o interesse público, fizeram‑nos perder confiança na sua liderança.</strong></p>



<p>Por isso, <strong>exigimos que o Tribunal de Contas e a Inspeção‑Geral de Finanças acompanhem imediatamente o processo de liquidação</strong>, analisando‑o antes da sua emissão, para garantir que não se repetem erros que prejudiquem as populações.</p>



<p>Essa exposição permanece reservada, mas será divulgada se houver indícios de que a AT não a respeitou.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Terra de Miranda, 4 de maio de 2026</strong><br><strong>MOVIMENTO CULTURAL DA TERRA DE MIRANDA</strong><br><a href="https://terrademiranda.org" target="_blank" rel="noreferrer noopener">terrademiranda.org</a></p>





<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-Impostos-sobre-o-negocio-das-barragens_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/05/MCTM-Impostos-sobre-o-negocio-das-barragens_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Alerta ao Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 21:20:51 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h1 class="wp-block-heading">Alerta ao Governo</h1>



<p></p>



<p></p>



<p></p>



<p>O Governo anunciou recentemente a intenção de alterar o Código do IMI na parte em que a lei obriga as concessionárias de centros eletroprodutores a pagar este imposto. Acrescentou ainda que está a ponderar o formato dessa alteração para evitar contencioso e para, nas palavras da Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais (SEAF), “acautelar e não pôr em causa aquilo que temos à data”.</p>



<p>O Movimento Cultural da Terra de Miranda regista positivamente esta afirmação, que confirma aquilo que sempre defendemos e que representa um raro momento de bom senso por parte do Estado neste domínio.</p>



<p>“Aquilo que temos à data” são mais de <strong>40 Acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo (STA)</strong>, todos no mesmo sentido, todos votados por unanimidade e todos convergindo em três pontos essenciais:</p>



<p>i) Os centros eletroprodutores de energia — eólicos, fotovoltaicos e barragens — <strong>são prédios</strong> e estão sujeitos a IMI, como quaisquer outros prédios.<br>ii) Todos os equipamentos indispensáveis ao cumprimento da sua função económica — a produção de energia elétrica — <strong>integram o prédio</strong> e devem ser incluídos no valor das avaliações.<br>iii) Esta interpretação resulta de forma <strong>clara e inequívoca</strong> da legislação em vigor, nomeadamente do Código do IMI.</p>



<p>Estes Acórdãos do STA <strong>vinculam todos os tribunais portugueses</strong>, garantindo que as concessionárias estão legalmente obrigadas a pagar o IMI.</p>



<p>Perante isto, importa questionar: <strong>o que justifica a insistência do Governo em alterar uma lei cuja interpretação pelos tribunais superiores é totalmente contrária às pretensões das concessionárias?</strong></p>



<p>“Aquilo que temos” é uma certeza jurídica: o IMI é devido e tem de ser pago, tal como acontece com qualquer contribuinte português.</p>



<p>Se o Governo pretende realmente “acautelar aquilo que temos”, a solução não passa por alterar a lei — e muito menos por o fazer <strong>apenas para beneficiar as concessionárias</strong>, como foi anunciado.</p>



<p>A justiça já colocou um ponto final neste assunto. Cabe ao Governo <strong>cobrar os impostos devidos</strong> e concentrar-se exclusivamente nisso. A lei não precisa de ser alterada. <strong>Precisa de ser aplicada.</strong></p>



<p>A Democracia assenta na confiança dos cidadãos nas suas Instituições, e a intenção do Governo de alterar esta lei levanta sérias dúvidas sobre os verdadeiros interesses que a motivam.</p>



<p>O Movimento Cultural da Terra de Miranda alerta: <strong>qualquer alteração à lei servirá apenas os interesses das concessionárias e prejudicará gravemente as populações.</strong></p>



<p>Alertamos ainda o Governo: <strong>se esta proposta avançar, apelaremos às populações para que se levantem e não permitam mais esta ofensa aos seus direitos.</strong></p>



<p><em>Terra de Miranda, 27 de abril de 2026</em></p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/04/MCTM-Alerta-ao-Governo-compactado.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/04/MCTM-Alerta-ao-Governo-compactado.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Barragens: É necessário repor a confiança nos órgãos do Estado</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 22:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Barragens: É necessário repor a confiança nos órgãos do Estado Está para breve a liquidação dos impostos devidos pelo negócio das barragens, culminando com pleno sucesso<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Barragens: É necessário repor a confiança nos órgãos do Estado</strong></p>



<p>Está para breve a liquidação dos impostos devidos pelo negócio das barragens, culminando com pleno sucesso a luta deste Movimento e aquilo que sempre dissemos:<br>é devido o IMT, o Imposto do Selo e o IRC. E mais, o IMT e o Imposto do Selo são devidos duas vezes, porque ocorreram duas transmissões dos ativos das barragens.<br>Temos toda a confiança na isenção e na competência da Unidade dos Grandes Contribuintes (UGC) da AT, a quem o Ministério Público determinou a liquidação destes impostos, mas infelizmente, por sete factos ocorridos no passado, não podemos ter confiança na Diretora-geral da AT.<br>Antes do negócio da venda das barragens, a Diretora-geral tomou quatro decisões,<br>todas ilegais, todas contra a anterior doutrina da própria AT, todas favoráveis aos interesses das concessionárias e todas lesivas do Interesse Público e das populações:</p>



<p><br>i)      Em 2016, mandou anular e devolver às concessionárias todo o IMI, sob a alegação de que as barragens integram o domínio público;<br>ii)    Impediu também os serviços da AT de fazerem novas liquidações do IMI sobre barragens;<br>iii)   Ainda em 2016, induziu o tribunal arbitral a dar razão à EDP na impugnação de uma liquidação do IMI;<br>iv)    Em 2018 decidiu que a transmissão de barragens por cisão de sociedade não está sujeita a impostos. </p>



<p> Depois do negócio, tomou mais três decisões, também ilegais, favoráveis às concessionárias: </p>



<p><br>i)    Na Circular 2/2021, mandou excluir os equipamentos das avaliações dos centros electroprodutores;<br>ii)   Repetiu a mesma ilegalidade nas ordens dadas aos peritos que efetuaram a sua avaliação;<br>iii)   Não cumpriu dois despachos do Secretário de Estado Nuno Félix que lhe ordenaram a liquidação do IMI sobre as barragens.<br>Estas sete decisões conduziriam, no seu conjunto, à conclusão de que nenhum imposto seria devido pelas concessionárias, pela titularidade das barragens nem pelo negócio da sua venda.</p>



<p><br>Felizmente, todas essas decisões foram declaradas ilegais pela Procuradoria-geral da<br>República, por repetidos acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo, por um parecer<br>proferido no Tribunal de Justiça da União Europeia e também pelo então Secretário de<br>Estado, que a tutelava, Nuno Félix.<br>É muito estranho que essas decisões, grosseiramente ilegais, ofensivas do Interesse Público, e que envergonham o Portugal Democrático, ainda não tenham sido totalmente revogadas.</p>



<p><br>Todas elas foram tomadas por interferência direta da referida Diretora-geral, que,<br>estranhamente, ainda não foi afastada do cargo pelo Governo.<br>É necessário evitar que essa interferência se repita nos procedimentos de inspeção e<br>de liquidação dos impostos devidos, que decorrem na UGC.<br>Para isso, pedimos encarecidamente ao Governo e aos municípios que façam intervir<br>nestes procedimentos ambas as instituições com competência para auditar a AT: o<br>Tribunal de Contas e a Inspeção-geral de Finanças.<br>É preciso garantir a máxima qualidade jurídica e técnica na liquidação dos impostos<br>devidos, porque seria um desastre para o País se estes impostos não fossem cobrados<br>por erros procedimentais.</p>



<p><br>Pedimos ainda aos municípios que entreguem, à AT, toda a fundamentação jurídica que assegure que nenhum desvio nem nenhuma ilegalidade sejam praticados com o<br>objetivo de, mais uma vez, favorecer as concessionárias.<br>É agora unanimemente reconhecido que mais de 500 milhões de euros são devidos às<br>populações dos 10 municípios onde se situam as barragens transmitidas.<br>É agora do Governo, dos Municípios e da AT, que depende a alta responsabilidade da<br>efetiva cobrança dos impostos devidos.<br>Continuaremos vigilantes sobre a responsabilidade individual dos titulares destes órgãos do Estado.<br>Terra de Miranda, 9 de março de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/03/MCTM-Barragens-e-necessario-repor-a-confianca-no-Estado_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/03/MCTM-Barragens-e-necessario-repor-a-confianca-no-Estado_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Também a Justiça Europeia confirma o que este Movimento sempre disse acerca do negócio das barragens</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:20:12 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um novo acontecimento desta semana tornou mais próxima a cobrança dos impostos<br>devidos pelo negócio das barragens.<br>O entendimento, agora tornado público no Tribunal de Justiça da União Europeia<br>(TJUE), confirma, de forma inequívoca, aquilo que, desde o primeiro momento, este<br>Movimento tem afirmado: os impostos relativos ao negócio das barragens são devidos<br>e devem ser cobrados e pagos.<br>A Advogada-Geral do TJUE concluiu, de forma clara, que a liquidação de IMT (e<br>também do Imposto do Selo) sobre a transmissão de imóveis e outros ativos não viola<br>a Diretiva Europeia da reunião de capitais, mesmo que sejam utilizados para o<br>aumento do capital das sociedades adquirentes. Ou seja: não existe qualquer<br>fundamento jurídico europeu que permita afastar o pagamento desses impostos (ver<br>notícia e link para as conclusões aqui).<br>Esta diretiva foi utilizada pela EDP e pela Movhera para justificar a não liquidação dos<br>impostos devidos. Foi igualmente invocada pela Diretora-Geral da Autoridade Tributária<br>para alterar o entendimento anteriormente assumido num processo semelhante. Hoje,<br>essa interpretação sofre uma derrota inequívoca na instância judicial máxima da União<br>Europeia.<br>O próprio texto das conclusões da Advogada-Geral descreve com rigor o mecanismo<br>utilizado no negócio das barragens, ao alertar que o imposto sobre a transmissão de<br>imóveis não pode ser contornado através da transferência prévia do imóvel para uma<br>sociedade de capitais e da subsequente venda das respetivas participações sociais.<br>Pode ler-se no texto: “Caso contrário, a obrigação de pagar o imposto sobre a<br>transmissão de imóveis poderia facilmente ser contornada nas transmissões de<br>imóveis, transferindo‑se o bem imóvel para uma sociedade de capitais antes da venda<br>planeada e transferindo, no futuro, já só todas as participações sociais nessa<br>sociedade”.<br>Durante mais de cinco anos, este Movimento sustentou que tanto o IMT como o<br>Imposto do Selo eram legalmente exigíveis no negócio das barragens. A Justiça<br>Europeia vem agora confirmar essa posição.<br>Todas as intervenções da Justiça portuguesa e europeia confirmam a justeza da nossa<br>luta e a obrigação das concessionárias pagarem os impostos devidos.<br>Perante este novo enquadramento, já não subsistem justificações para manter a<br>inércia. A Autoridade Tributária deve, também aqui, rever a sua posição e assegurar a<br>cobrança integral dos impostos devidos.<br>Todas as decisões e entendimentos da Justiça confirmaram a justeza da nossa luta. E<br>cada adiamento na aplicação da lei apenas prolonga uma situação que prejudicou a<br>Terra de Miranda e o País, beneficiando exclusivamente as concessionárias envolvidas.<br>Terra de Miranda, 2 de março de 2026</p>



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		<title>Carta Aberta ao Tribunal de Contas e aos Municípios da Terra de Miranda Exigimos responsabilidade financeira pela falta de cobrança do IMI das barragens</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:29:40 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Carta Aberta ao Tribunal de Contas e aos Municípios da Terra de Miranda Exigimos responsabilidade financeira pela falta de cobrança do IMI das barragens</strong></p>



<p>Vimos, por este meio, exigir a responsabilidade financeira do Estado e dos seus dirigentes pela falta de liquidação e cobrança do IMI das barragens.<br>É público que a Autoridade Tributária (AT) liquidou e cobrou IMI sobre barragens da Terra de Miranda antes de 2014, nomeadamente sobre a barragem de Bemposta.<br>É igualmente público que, em dezembro de 2015, a atual Diretora-Geral da AT emitiu um despacho confirmando que esse imposto era devido, sustentando-se num parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) de 2006, que impunha a sua liquidação.<br>Contudo, menos de 6 meses depois, a mesma Diretora-Geral emitiu novo despacho em<br>sentido contrário. Nesse despacho determinou a devolução à EDP de todo o IMI anteriormente pago relativamente às barragens e proibiu os Serviços de Finanças de procederem a novas liquidações.<br>Essa situação de inação, ilegal e injustificada, manteve-se até 2024, ano em que o Secretário de Estado Nuno Félix emitiu três despachos determinando que a Diretora  Geral da AT retomasse a liquidação do IMI das barragens.<br>Tal significa que todo o IMI anterior a 2020 se perdeu em consequência de um<br>despacho ilegal da Diretora Geral da AT, uma vez que a lei apenas permite a liquidação<br>de impostos relativamente aos quatro anos anteriores. Perdeu-se igualmente o IMI<br>respeitante a todos os anos anteriores a 2015.<br>As receitas provenientes do IMI pertencem aos municípios portugueses,<br>designadamente àqueles em cujo território se localizam as barragens. Esse dinheiro<br>pertence às populações desses municípios, e a sua não cobrança empobrece os<br>municípios, os seus habitantes e o País. O prejuízo é suportado, em última instância,<br>pelos cidadãos.<br>Portugal é um Estado de Direito, onde a lei deve ser respeitada e a sua violação<br>devidamente sancionada.<br>Exigimos, por isso, que o Estado e os responsáveis por estas decisões ilegais e<br>gravemente lesivas do interesse público sejam financeiramente responsabilizados<br>pelos prejuízos causados ao Erário Público, aos Municípios e às populações.<br>Solicitamos ao Tribunal de Contas e às demais entidades de controlo do Estado que<br>promovam a instauração de processos com vista ao apuramento das referidas<br>responsabilidades.<br>Apelamos ainda aos Municípios da Terra de Miranda e a todos os demais municípios<br>prejudicados por estas decisões que cumpram o seu dever institucional exigindo a<br>devida indeminização pelos prejuízos financeiros sofridos.<br>Terra de Miranda, 23 de fevereiro de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/02/MCTM-Carta-Aberta-ao-Tribunal-de-Contas-e-aos-Municipios-da-Terra-de-Miranda_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/02/MCTM-Carta-Aberta-ao-Tribunal-de-Contas-e-aos-Municipios-da-Terra-de-Miranda_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Interferência política nos impostos das barragens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 22:49:03 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Interferência política nos impostos das barragens</strong></p>



<p>O Movimento Cultural da Terra de Miranda (MCTM) torna pública a sua profunda  indignação perante factos graves, que demonstram, uma vez mais, como os interesses instalados continuam a ser colocados acima do bem comum e da dignidade das populações.</p>



<p><br>De acordo com declarações recentes, um despacho de 2016, da Diretora-geral da Autoridade Tributária (AT) resultou de uma “informação” transmitida pela tutela governamental, ou seja, pelo então Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (SEAF), sustentada numa posição da APA: a de que as barragens seriam bens do domínio público.<br></p>



<p>A partir dessa interferência política, a Diretora-geral da AT determinou:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>A anulação de todas as liquidações de IMI sobre barragens anteriores a 2016;</strong></li>



<li><strong>A devolução às concessionárias dos valores que já haviam sido pagos;</strong></li>



<li><strong>A proibição de liquidações futuras</strong>, mantendo um bloqueio fiscal que só foi revertido em 2024, por imposição do SEAF, Nuno Félix.</li>
</ol>



<p class="has-text-align-left">Esse despacho foi declarado ilegal pelo SEAF Nuno Félix, pelo Ministério Público e pelo Supremo Tribunal Administrativo.</p>



<p>Ficámos a saber que essa ilegalidade teve interferência política e quem foram os seus intervenientes. Assim se explica melhor o motivo que levou o então SEAF Mendonça Mendes e do Ministro do Ambiente Matos Fernandes a Miranda do Douro, uma semana depois da conclusão do negócio da venda das barragens, a anunciarem que eram bens do domínio público e, portanto, não sujeitas a qualquer imposto.</p>



<p class="has-text-align-left">O resultado é escandaloso e inaceitável: o Estado e as autarquias perderam receitas <br>significativas, durante anos, relativas ao IMI das barragens, que tanta falta fazem onde <br>sempre fizeram: nos territórios do interior, na coesão social, nos serviços públicos, na <br>capacidade de investimento das câmaras e juntas, e na vida concreta das comunidades.</p>



<p>Estamos perante um caso em que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>a decisão não partiu de critérios técnicos neutro</strong>s, mas de orientação vinda da tutela;</li>



<li><strong>as concessionárias beneficiaram de milhões,</strong> que as populações perderam; </li>



<li><strong>os intervenientes ignoraram e violaram um parecer vinculativo da PGR</strong>, emitido em 2006, que já afirmava o contrário: que as barragens não integram o domínio   público.</li>
</ul>



<p>Em termos políticos, claramente graves, uma <strong>decisão ilegal foi imposta por interferência política</strong>, apesar de existir orientação jurídica vinculativa que determinava o contrário.</p>



<p>E revela também algo ainda mais preocupante:<strong> quem determinou este rumo criou dependências, compromissos e relações de pressão,</strong> num jogo de bastidores em que o<br>interesse público é tratado como detalhe descartável.</p>



<p>O MCTM rejeita firmemente este padrão de governação e de administração: <strong>que protege os grandes interesses económicos, enquanto lesa o país e as populações locais condenando-as à impotência e ao silêncio.</strong></p>



<p>A Terra de Miranda não aceitará o silêncio como destino.</p>



<p><strong>Os tribunais decidiram que a lei atual obriga as barragens a pagarem o IMI.</strong><br>Inexplicavelmente, o Governo atual prepara nova interferência política, pretendendo alterar essa mesma lei, alegando que pretende “clarificar” aquilo que os Tribunais já disseram que é claro. O resultado será apenas um apagão fiscal para as concessionárias.</p>



<p>Exigimos:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Esclarecimento público completo</strong> sobre a cadeia de decisões que levou à perda<br>irremediável do IMI das barragens até 2019;</li>



<li><strong>Apuramento das responsabilidades políticas, administrativas </strong>e financeiras com transparência e consequências;</li>



<li><strong>Reposição da justiça fiscal</strong>, garantindo que as concessionárias paguem o que devem — sem favores, sem exceções e sem truques jurídicos;</li>



<li><strong>Indemnização das autarquias e das comunidades locais </strong>que foram diretamente prejudicadas por estas decisões;</li>



<li><strong>Que o Governo não avance com a proposta de alteração ao Código do IMI destinada a salvar as concessionárias do pagamento deste imposto.</strong></li>
</ol>



<p>O território não pode continuar a ser explorado como se fosse uma zona de sacrifício permanente: produz energia, sustenta impactos ambientais e sociais, sem disso retirar qualquer vantagem. Para além disso, ainda vê o valor fiscal ser desviado por despacho e conveniências.<br>Este comunicado é um aviso claro: a <strong>Terra de Miranda está atenta, está mobilizada e não tolerará mais manobras que servem os mesmos de sempre e prejudicam as pessoas de sempre.<br>Pedimos ao Tribunal de Contas que investigue e esclareça todos estes factos graves.</strong></p>



<p>Terra de Miranda, 26 de janeiro de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Interferencia-politica-nos-impostos-das-barragens_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Interferencia-politica-nos-impostos-das-barragens_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Barragens Um Ministro ignorante, enganado ou mal preparado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webdouro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 23:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro das Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[MirandadoDouro]]></category>
		<category><![CDATA[Mogadouro]]></category>
		<category><![CDATA[Terra de Miranda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>BarragensUm Ministro ignorante, enganado ou mal preparado? O Ministro de Estado e das Finanças, na passada quarta-feira, proferiu afirmações muito graves na Assembleia da República. Terra<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Barragens<br>Um Ministro ignorante, enganado ou mal preparado?</p>



<p>O Ministro de Estado e das Finanças, na passada quarta-feira, proferiu afirmações muito graves na Assembleia da República.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Disse o Ministro que as barragens são bens do domínio público (“O edifício barragem é propriedade do Estado, porque é um bem do domínio público”).<br>Esta afirmação está duplamente errada:<br>1.1. As barragens são atualmente propriedade da Movhera e eram da EDP, antes de as ter vendido, estando esses ativos inscritos nos respetivos balanços da empresa:<br>1.1.1. É isso que está expresso nos contratos de concessão;<br>1.1.2. Foi isso que o Ministério Público confirmou em 2005, num parecer que é vinculativo para toda a administração pública e que sobretudo o Ministro deveria conhecer;<br>1.1.3. Também isso foi confirmado pelo recente despacho do Ministério Público de 30/10/2025, que deu ordens à AT para liquidar os € 335 milhões de impostos pelo negócio da sua venda;<br>1.2. Surpreendentemente, o Ministro não sabe o que são bens do domínio público, confundindo-os com os bens do património privativo do Estado. Também não sabe que esses bens não são propriedade do Estado, embora possam ser por ele administrados.</li>



<li>De seguida, o Ministro disse que a EDP vendeu esses ativos.<br>2.1. De novo o Ministro revelou total ignorância. Se as barragens são do domínio público, como é que poderiam ter sido vendidas? Parece que o Ministro não sabe que os bens do domínio público (por exemplo, as praias, a Torre de Belém e a Torre dos Clérigos) não podem ser vendidos.</li>



<li>Mais disse o Ministro que “tanto quanto sei”, o Ministério Público limitou-se a arquivar o processo de inquérito sobre o negócio da venda das barragens. Está <br>enganado. O Ministério Público, após a investigação realizada, além de ter concluído que existiu evasão fiscal, identificou os impostos em falta: € 335 milhões de IMT, Imposto do Selo e IRC.</li>



<li>Concluiu o Ministro que “o Ministério Público não deu ordem para se liquidarem impostos”. E acrescentou que “compete agora à Autoridade  Tributária (AT), apurar a, EVENTUAL, liquidação de impostos e a sua cobrança”. Especificou que “compete agora à AT liquidar, OU NÃO liquidar, esses impostos”.<br>4.1. O Ministro está perigosamente enganado, mal informado e revela claramente não ter lido ainda o despacho do Ministério Público que estabelece que “haverá que proceder à cobrança dos impostos em falta que não foram pagos” e que, para isso, “Deverá até instaurar procedimento administrativo”<br>(página 86 do despacho).</li>



<li>Disse ainda o Ministro que o negócio da venda ocorreu “em 2017 ou 2018, se a memória não me falha” e que o comprador foi um fundo de investimento francês. De novo o Ministro revela total ignorância: o negócio fez-se a 17 de dezembro de 2020 e o comprador foi um consórcio internacional de empresas;</li>



<li>Finalmente, disse o Ministro que “as barragens já pagam IMI desde 2019”.<br>Mais uma ignorância do Ministro: a AT deixou caducar o IMI de 2019. <br>Estas afirmações revelam que o Ministro desconhece elementos básicos dos impostos das barragens e está profundamente enganado e, por isso, totalmente<br>impreparado para tomar decisões consentâneas com o enquadramento normativo.<br>Tudo isto é muito preocupante!<br>a) Se fosse verdade, como diz o Ministro, que as barragens integram o domínio<br>público, então, elas não estariam sujeitas ao IMI, nem ao IMT, nem ao Imposto<br>do Selo. Essa foi sempre a pretensão da EDP, o que é uma intrigante coincidência.<br>b) É muito grave que o Ministro afirme duas vezes que a AT pode não liquidar os<br>€ 335 milhões, violando a ordem do Ministério Público.<br>c) Como pode o Ministro pretender, como também disse, alterar a lei que obriga<br>as barragens, eólicas e fotovoltaicas a pagar o IMI, se a desconhece e se ignora<br>que os tribunais já decidiram de forma irreversível acerca desta matéria?<br>d) Como é que alguém pode tomar decisões com tão grande impacto, assentes<br>no desconhecimento, na ignorância e em erros básicos?<br>e) É de governantes deste calibre, ignorantes e mal preparados, e por isso mais<br>facilmente manipuláveis, que os lóbis e lobistas se alimentam em Portugal.<br>Sugerimos ao Ministro das Finanças que se prepare melhor, que não confie em<br>tudo o que lhe dizem e que pondere se não está a ser enganado.<br>Recomendamos também ao Ministro que oiça e se informe junto deste<br>Movimento, que apenas pretende que a lei se cumpra.<br></li>
</ol>



<p>Terra de Miranda, 12 de janeiro de 2026</p>



<p><a href="https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Barragens-Ministro-Ignorante_compressed.pdf">https://terrademiranda.org/wp-content/uploads/2026/01/MCTM-Barragens-Ministro-Ignorante_compressed.pdf</a></p>



<p></p>
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		<title>Está iminente a cobrança do IMI das barragens</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2026 22:42:31 +0000</pubDate>
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<p><strong>Está iminente a cobrança do IMI das barragens</strong></p>



<p>Está muito próxima a cobrança do IMI das barragens, culminando uma luta histórica e permanente do Povo da Terra de Miranda e de Portugal.<br>Já foram proferidos pelo Supremo Tribunal Administrativo, 14 acórdãos, que dão razão a tudo o que este Movimento sempre defendeu. Esses acórdãos permitirão agora que os tribunais de 1.ª Instância indefiram rapidamente todas as impugnações em que as concessionárias contestaram as avaliações e liquidações do IMI.<br>Essas concessionárias podem ainda recorrer para o STA, mas já sabem que perderão. Assim, não lhes restará outra opção que não seja pagarem o que devem.<br>A consagração, pelo mais alto nível da Justiça portuguesa, daquilo que este Movimento sempre disse, é uma grande derrota para o lóbi das empresas energéticas, incluindo as que exploram barragens, centrais eólicas e fotovoltaicas, num contencioso que dura há mais de 20 anos.<br>Para além dos municípios dos cidadãos da Terra de Miranda, irão beneficiar da receita do IMI, mais de 130 municípios portugueses, onde existem centrais deste tipo.<br>Exortamos todos os municípios a que, com a máxima urgência, solicitem aos seus representantes nos tribunais tributários o requerimento aos respetivos juízes para que indefiram as impugnações, mediante a aplicação da jurisprudência já definida e consolidada do STA.<br>Logo de seguida, devem os municípios exigir à AT que promova a cobrança do IMI em dívida.<br>Desistir perante a força dos lóbis poderosos, nunca será para nós uma opção.</p>



<p><br>Terra de Miranda, 10 de janeiro de 2026</p>



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